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Bugu & Borges

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

I’M DEAD VINES…. YOU’RE DEAD VINES

Bugu Reis Bugu Reis às 07:30

“Pós Grunge pseudo político niilista!?”
Entrando 2011 com grandes mudanças, a banda avança passo a passo a escadaria da conquista, enfrentando dificuldades e mantendo a cabeça erguida para o novo ano a seguir…

Formada inicialmente por 2 amigos que se conheceram inesperadamente em um chat de música, a Dead Vines vem traçando seu caminho desde então….

Muitos vieram…. Muitos se foram… mas de uma coisa temos certeza: a Dead Vines é uma entidade fixa, própria, real, que se mantém no decorrer da sua trajetória. E é o ROCK 'N ROLL a energia que mantém a DEAD VINES viva e ininterrupta. por que esse é o som que fazemos pra vocês.

\o/

Dead Vines no Matriz

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Florence & The Machine

Bugu Reis Bugu Reis às 09:38

Florence + the Machine (também grafado Florence and the Machine), é o nome de trabalho da cantora e compositora inglesaFlorence Welch e de sua banda de músicos colaboradores. O grupo sempre foi elogiado pela mídia, particularmente pela BBC, que ajudou na promoção na banda ao incluí-la no BBC Introducing, uma marca da emissora para novos talentos musicais. A partir de então, Florence + the Machine ganhou mais atenção e passou a tocar em vários grandes festivais da Inglaterra, como os de Reading and Leeds e o Glastonbury. O primeiro álbum da banda, Lungs, foi lançado no dia 6 de julho de 2009 e ficou no segundo lugar das paradas inglesas durante suas primeiras cinco semanas, atrás apenas de Michael Jackson

Dog Days Are Over
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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

WALKING DEAD

Bugu Reis Bugu Reis às 11:47

The Walking Dead é centrada em Rick Grimes, um oficial de polícia da pequena cidade de Cynthiana, no estado do Kentucky, sua família e uma série de outros sobreviventes que se uniram para manterem-se vivos depois que o mundo foi infestado por zumbis. Com o progresso da série, as personagens tornam-se mais desenvolvidas e suas personalidades são demonstradas sob a tensão de um apocalipse zumbi, especialmente a de Rick.

No início da série, Rick e seu parceiro Shane participam de um tiroteio e Rick é baleado, entrando em coma. Ao acordar em um hospital, ele descobre que os mortos-vivos estão no edifício e na cidade. Rick retorna para casa e vê que sua família não está lá, ao vagar pela rua encontra Morgan e Dwayne Jones, que lhe explicam tudo o que está acontecendo a volta de Rick. Então logo Rick decide ir para Atlanta, onde o governo orientou as pessoas a se dirigirem enquanto resolvia o problema, para encontrar sua esposa Lori e seu filho Carl. Ele então descobre que Atlanta está repleta de zumbis e esbarra em Glenn, um entregador de pizzas que faz parte de um bando de sobreviventes.

Seguindo Glenn, Rick descobre que Lori e Carl estão bem juntamente com Shane, que fica cada vez menos feliz com o retorno do seu parceiro. Ele também conhece novos sobreviventes. O grupo procura por um lugar para chamar de lar, estabelecendo-se em vários acampamentos temporários, incluindo uma prisão, que chama a atenção de um homem louco que se autodenomina o Governador. O Governador administra a sua pequena comunidade de sobreviventes chamada Woodbury como um ditador e tortura Rick e outros membros de seu grupo, culminando em um grande ataque contra a prisão. Vários dos principais personagens morrem na batalha, incluindo o próprio Governador. Após a prisão deixar de ser um lugar seguro devido ao ataque, Rick e os membros sobreviventes seguem para Washington em uma tentativa de achar a cura para a infecção, acabam encontrando canibais no caminho e uma cidadezinha fechada e segura, mas que esconde um segredo!

Vale a pena conferir! =)

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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

IV BH Indie Music se encerra esta semana.. Não percam os shows

Bugu Reis Luis Borges às 23:03
Pois é.. tudo o que é bom dura pouco neh....
O maior Festival de Bandas Independentes do País, o
IV BH Indie Music se encerra nesta semana, mas ainda dá tempo de correr e ver excelentes atrações e bandas do Brasil todo, a 6º e derradeira última semana, começa neste feriadão no Teatro Marília com as apresentações das bandas:
Paulo Thomás & The Kamerón - BH




Paulo Thomaz é músico violinista por formação na escola de música da UFMG, além de compositor de percurso, como ele próprio se define, por sua múltipla experiência, com trabalhos realizados para dança e videos e também pelas suas performances ao lado de respeitado elenco da música popular e erudita. Já tocou com Carlinhos Brown, Martinho da Vila, Cláudio Nucci, Leila Pinheiro. Integrou a orquestra de câmara formada para acompanhar o músico Flávio Venturini em turnê, atuou pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, e Orquestra de Câmara SESI-Minas. Participou de inúmeras gravações fonográficas com destaque para o grupo MUDA de Juarez Maciel, onde atua com seu violino e voz Com a Orq. Sinf. De Minas Gerais, participou da grvação do CD Maracatu do Chico Rei (Francisco Mignoni), com Alda Resende gravou o CD Samba Solto. Trilhas sonoras p/ o estilista Ronaldo Fraga Minas Trend Fashion Week e Fashion Rio.
PAULO THOMAZ & THE KAMERÓN tem sido a experiência do músico e seus convidados para uma leitura instantânea de repertório de canções autorais produzidas em parcerias com poetas, arte-gráfistas e video-artistas, reforçando a nescessidade coletiva de produção e performance.
Parceiros importantes nesse trabalho o rapper Renegado, Chico de Paula e Valdo Lima destacam-se como letristas de canções musicadas por Paulo Thomaz. O grupo se apresenta no formato Power trio agregando texturas sonoras de naipe de metais e madeiras e participações de Dj/sound designer.
Assim, a Banda segue tocando a vida.

Citoplasma - Contagem/MG







De estilo autodefinido "Abstratismo Poético Livre", a banda mistura diferentes estilos musicais que somados dão-lhe originalidade; um som único. De forma poética, ela traz nas letras uma forma diferente de ver o cotidiano e as artes em geral como: literatura, pintura, cinema entre outras. A banda teve inicio em 2003, e desde então vem trabalhando em novas experimentações musicais e artísticas divulgando seu trabalho e nova concepção musical em festivais e casas noturnas de Minas Gerais.
Para esta apresentação no teatro Marília, a Citoplasma aposta numa produção artística plástica e visual inédita.
TER 12/out
Teatro Marília - Av. Alfredo Balena, nº 586, Santa Efigênia
Info: Portal PBH
ENTRADA: FRANCA
HOR: 20H
Shows das bandas:
CITOPLASMA - Contagem/MG
PAULO THOMÁZ E THE KAMERÓN - BH

Não percam este showzaço que promete muita curtição e surpresas, segundo disseram a própria banda
Citoplasma....
Acompanhem a programação completa no
blog do Festival:www.ivbhindiemusic.blogspot.com...
Fiquem atentos, amanha eu publico mais sobre os outros shows e sobre este do
Teatro Marília, pq eu não vou perder de jeito nenhum....
ps: LEMBRANDO QUE A ENTRADA É FRANCA!!!!!
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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Hoje tem Dead Vines no IV BH Indie Music

Bugu Reis Luis Borges às 16:34
E hoje tem show da nossa banda Dead Vines na Casa Cultural Matriz, pelo IV BH Indie Music...
Não percam...
SEXTA-FEIRA NO MATRIZ - 21H
Na sexta-feira, show no Matriz , à partir das 21H.
Com as bandas, Cuatro (BH), Mimesis (Nilópolis/RJ), Invento (Vitória/ES) e Dead Vines (BH).
DEAD VINES - BH www.myspace.com/bandadeadvines
Fotografia: Naty
“Pós Grunge pseudo político niilista!?”
O rock é a cara da banda, o rock é a salvação da Dead Vines... Juntos a música os une! Em 2010 3 amigos se reúnem após vários trabalhos na Cena Independente, para formarem um Power Trio de respeito e que vem conquistando o público com suas letras fortes e marcantes, alinhados a um som Visceral, Cru e Enigmático... Surge então a banda Dead Vines que vem trabalhando suas composições no que maculam e afetam o nosso dia a dia, perdidos em ilusões e desilusões em uma busca aleatória que apenas tentar já valeu à pena...
Estas são as Vinhas Mortas, e essa é a Vida Humana e a sua decadência!!
MIMESIS - Nilópolis/RJ www.myspace.com/mimesisrock

Foto: Leandro de Oliveira
Rock, sonoridade peculiar e quatro vozes afinadas em letras cuidadosamente elaboradas. Este é o trabalho que Luca do Couto, Emerson do Couto, César Couto e Márlon Melo desenvolvem na Mimesis. Formada há cinco anos, a banda começou seus ensaios e apresentações como um encontro de amigos e expandiu, aos poucos, o círculo de admiradores de suas músicas próprias. O resultado deste crescimento se reflete nas últimas conquistas da banda.
A Mimesis participou de importantes festivais do cenário independente do Rio de Janeiro e São Paulo, como o BdeBanda (2008), promovido pelo Jornal do Brasil, o segundo lugar no IV Festival Café Etílico (2008) e o Unifest Campinas (2009), além de tocar em palcos de reconhecidos pólos culturais, como o bairro da Lapa e a cidade de Paraty.
Em processo de gravação de novo disco, a banda traz em suas composições temas presentes no dia-a-dia vistos sob uma ótica lírica, com influências do rock'n'roll clássico dos anos 70.
CUATRO - BH www.myspace.com/cuatrobanda

Foto: Gládis Olivier

Fazendo um som com influências de bandas dos anos 80 e 90, o rock’n’roll é a mola criativa da banda, letras intimistas e um contexto atual refletem o dia a dia e as questões do ser humano na sociedade moderna.
Formada em 2006, em pouco tempo ganhou espaço nos principais palcos de BH com seu trabalho autoral e dançante.
Em 2009, lançaram seu primeiro EP “Cuatro” com tiragem limitadíssima, atendendo à demanda dos pedidos do seu público.
Hoje, se preparam para o álbum de carreira com produção prevista para 2011.
INVENTO - Vitória/ES www.myspace.com/invento
Foto: Data Photo Estúdio Digital – Vitória
A inVento surgiu em 2006 nos corredores de uma escola de música de Vitória. Naquele ano, era um power trio formado por Leonardo Laruccia (bateria), Eric Roland (baixo, voz) e Roberto Galluzzi (guitarra). Porém, com as primeiras composições sendo elaboradas, essa formação acabou por não atender os anseios do grupo. Em 2008, Victor Medeiros (Voz, Violão) é convidado a integrar a banda, Eric se dedica apenas ao baixo, e Roberto assume os backings vocals. Por fim, em 2010 Leo deixa o grupo, e é substituído por Gustavo Pinho, sendo essa a formação atual. A banda se dedica à gravação de suas músicas desde 2008. Lançou o EP Isqueiro do Nero, uma prévia do primeiro CD que ainda está por vir. As influências: o som forte e cru de Barão Vermelho, Strokes e Oasis, os vocais de Cazuza, as guitarras de Herbert Vianna, os violões de Tom Petty, as letras reflexivas de Coldplay, dentre outros. A banda se esforça para apresentar um trabalho coeso e com identidade própria. Se preocupa com as melodias e com as letras, para que motivem o público a trabalhar sua própria interpretação.
SEX 1/out
Matriz - Rua Guajajaras, 1353 - Sto Agostinho
Info: 31 3212.6122 www.matrizbh.com.br
ENTRADAS: R$10,00 (sextas)
HOR: 21H
Shows das bandas:
DEAD VINES - BH
MIMESIS - Nilópolis/RJ
CUATRO - BH
INVENTO - Vitória/ES
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

HIGHSCHOOL OF THE DEAD

Bugu Reis Bugu Reis às 07:59


Pra quem gosta de um bom conto de Zumbis e Gatas em apresentações sensuais estilo Hentai, podem se vangloriar com o Anime Highshcool of the Dead.
Numa manhã comum tudo acontecia normal como em qualquer outro dia. Do telhado, Komuro Takashi, o personagem principal, observa um estranho acontecimento nos portões do colégio, um homem suspeito está causando confusão. Um dos professores acaba sendo mordido pelo homem suspeito e em meio a gritos de desespero dos outros professores ele se levanta, mas agora ele é um zumbi. Enquanto isso, Takashi corre de volta para dentro do colégio e junto com sua amiga Rei e Hisashi eles decidem fugir do colégio. Mas agora já é tarde demais... Agora o colégio já está infestado de professores e outros colegiais zumbis. Assim começa a história de sobrevivência desses simples colegiais. Durante a história vemos claramente toques ecchi, obviamente à fanservice masculino, são claros tanto no mangá, quanto no anime.


O mangá começou a ser publicado em 2006 na revista japonesa Dragon Age da Kadokawa Shoten. Os capítulos são mensais, atualmente já possui 6 volumes encadernados que contam com os capítulos 1 a 26...


No dia 02/02/2010, foi anunciado a animação de High School of the Dead pela Madhouse e após alguns atrasos acabou sendo licenciado pela Sentai Filmworks. O lançamento foi previsto para o dia 05/07/2010 e já estreou com o primeiro episódio, intitulado Spring of the DEAD (Primavera dos mortos). A música de abertura será interpretada por Kishida Kyoudan & The Rockets Akeboshi intitulado "HighSchool of the Dead", e a de encerramento do primeiro episódio ficou por conta de Kurosaki Maon, intitulado "Kimi to Taiyou ga Shinda Hi". No final do primeiro episódio, uma das faixas musicais é intencionalmente semelhante a "In a Heartbeat", do filme O Extermínio (28 Days Later), composta por John Murphy. Cada episódio do animê possui uma música de encerramento diferente.


Faixa etária: aconselhável para maiores de 18 Anos






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terça-feira, 20 de julho de 2010

MARIO CROSSOVER

Bugu Reis Bugu Reis às 06:08
Rodando pela net! me encontro esse jogo em Flash muito bacana!

pra quem sempre curtiu jogar Nintendinho e outros jogos de Snes... Imagina Mario Bros com outros personagens!!

Criativo isso!

http://mariocrossover.com/


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quinta-feira, 15 de julho de 2010

Um Pouco Sobre Max Weber

Bugu Reis Bugu Reis às 13:55



Pondo-se de lado alguns trabalhos precursores, como os de Maquiavel (1469-1527) e Montesquieu (1689-1755), o estudo científico dos fatos humanos somente começou a se constituir em meados do século XIX. Nessa época, assistia-se ao triunfo dos métodos das ciências naturais, concretizadas nas radicais transformações da vida material do homem; operadas pela Revolução Industrial. Diante dessa comprovação inequívoca da fecundidade do caminho metodológico apontado por Galileu (1564-1642) e outros, alguns pensadores que procuravam conhecer cientificamente os fatos humanos passaram a abordá-los segundo as coordenadas das ciências naturais. Outros, ao contrário, afirmando a peculiaridade do fato humano e a conseqüente necessidade de uma metodologia própria. Essa metodologia deveria levar em consideração o fato de que o conhecimento dos fenômenos naturais e um conhecimento de algo externo ao próprio homem, enquanto nas ciências sociais o que se procura conhecer é a própria experiência humana. De acordo com a distinção entre experiência externa e experiência interna, poder-se-ia distinguir uma série de contrastes metodológicos entre os dois grupos de ciências. As ciências exatas partiriam da observação sensível e seriam experimentais, procurando obter dados mensuráveis e regularidades estatísticas que conduzissem à formulação de leis de caráter matemático.

As ciências humanas, ao contrário, dizendo respeito à própria experiência humana, seriam introspectivas, utilizando a intuição direta dos fatos, e procurariam atingir não generalidades de caráter matemático, mas descrições qualitativas de tipos e formas fundamentais da vida do espírito.

Os positivistas (como eram chamados os teóricos da identidade fundamental entre as ciências exatas e as ciências humanas) tinham suas origens sobretudo na tradição empirista inglesa que remonta a Francis Bacon (1561-1626) e encontrou expressão em David Hume (1711-1776), nos utilitaristas do século XIX e outros. Nessa linha metodológica de abordagem dos fatos humanos se colocariam Augusto Comte (1798-1857) e Émile Durkheim (1858-1917), este considerado por muitos como o fundador da sociologia como disciplina científica. Os antipositivistas, adeptos da distinção entre ciências humanas e ciências naturais, foram sobretudo os alemães, vinculados ao idealismo dos filósofos da época do Romantismo, principalmente Hegel (1770-1831) e Schleiermacher (1768-1834). Os principais representantes dessa orientação foram os neokantianos Wilhelm Dilthey (1833-1911), Wilhelm Windelband (1848-1915) e Heinrich Rickert (1863-1936). Dilthey estabeleceu uma distinção que fez fortuna: entre explicação (erklären) e compreensão (verstehen). O modo explicativo seria característico das ciências naturais, que procuram o relacionamento causal entre os fenômenos. A compreensão seria o modo típico de proceder das ciências humanas, que não estudam fatos que possam ser explicados propriamente, mas visam aos processos permanentemente vivos da experiência humana e procuram extrair deles seu sentido (Sinn). Os sentidos (ou significados) são dados, segundo Dilthey, na própria experiência do investigador, e poderiam ser empaticamente apreendidos na experiência dos outros.

Dilthey (como Windelband e Rickert), contudo, foi sobretudo filósofo e historiador e não, propriamente, cientista social, no sentido que a expressão ganharia no século XX. Outros levaram o método da compreensão ao estudo de fatos humanos particulares, constituindo diversas disciplinas compreensivas. Na sociologia, a tarefa ficaria reservada a Max Weber.



Uma educação humanista apurada


Max Weber nasceu e teve sua formação intelectual no período em que as primeiras disputas sobre a metodologia das ciências sociais começavam a surgir na Europa, sobretudo em seu país, a Alemanha. Filho de uma família da alta classe média, Weber encontrou em sua casa uma atmosfera intelectualmente estimulante. Seu pai era um conhecido advogado e desde cedo orientou-o no sentido das humanidades. Weber recebeu excelente educação secundária em línguas, história e literatura clássica. Em 1882, começou os estudos superiores em Heidelberg; continuando-os em Göttingen e Berlim, em cujas universidades dedicou-se simultaneamente à economia, à história, à filosofia e ao direito. Concluído o curso, trabalhou na Universidade de Berlim, na qual idade de livre-docente, ao mesmo tempo em que servia como assessor do governo. Em 1893, casou-se e; no ano seguinte, tornou-se professor de economia na Universidade de Freiburg, da qual se transferiu para a de Heidelberg, em 1896. Dois anos depois, sofreu sérias perturbações nervosas que o levaram a deixar os trabalhos docentes, só voltando à atividade em 1903, na qualidade de co-editor do Arquivo de Ciências Sociais (Archiv tür Sozialwissenschatt), publicação extremamente importante no desenvolvimento dos estudos sociológicas na Alemanha. A partir dessa época, Weber somente deu aulas particulares, salvo em algumas ocasiões, em que proferiu conferências nas universidades de Viena e Munique, nos anos que precederam sua morte, em 1920.



Compreensão e explicação


Dentro das coordenadas metodológicas que se opunham à assimilação das ciências sociais aos quadros teóricos das ciências naturais, Weber concebe o objeto da sociologia como, fundamentalmente, "a captação da relação de sentido" da ação humana. Em outras palavras, conhecer um fenômeno social seria extrair o conteúdo simbólico da ação ou ações que o configuram. Por ação, Weber entende "aquela cujo sentido pensado pelo sujeito jeito ou sujeitos jeitos é referido ao comportamento dos outros; orientando-se por ele o seu comportamento". Tal colocação do problema de como se abordar o fato significa que não é possível propriamente explicá-lo como resultado de um relacionamento de causas e efeitos (procedimento das ciências naturais), mas compreendê-lo como fato carregado de sentido, isto é, como algo que aponta para outros fatos e somente em função dos quais poderia ser conhecido em toda a sua amplitude.

O método compreensivo, defendido por Weber, consiste em entender o sentido que as ações de um indivíduo contêm e não apenas o aspecto exterior dessas mesmas ações. Se, por exemplo, uma pessoa dá a outra um pedaço de papel, esse fato, em si mesmo, é irrelevante para o cientista social. Somente quando se sabe que a primeira pessoa deu o papel para a outra como forma de saldar uma dívida (o pedaço de papel é um cheque) é que se está diante de um fato propriamente humano, ou seja, de uma ação carregada de sentido. O fato em questão não se esgota em si mesmo e aponta para todo um complexo de significações sociais, na medida em que as duas pessoas envolvidas atribuem ao pedaço de papel a função do servir como meio de troca ou pagamento; além disso, essa função é reconhecida por uma comunidade maior de pessoas.

Segundo Weber, a captação desses sentidos contidos nas ações humanas não poderia ser realizada por meio, exclusivamente, dos procedimentos metodológicos das ciências naturais, embora a rigorosa observação dos fatos (como nas ciências naturais) seja essencial para o cientista social. Contudo, Weber não pretende cavar um abismo entre os dois grupos de ciências. Segundo ele, a consideração de que os fenômenos obedecem a uma regularidade causal envolve referência a um mesmo esquema lógico de prova, tanto nas ciências naturais quanto nas humanas. Entretanto, se a lógica da explicação causal é idêntica, o mesmo não se poderia dizer dos tipos de leis gerais a serem formulados para cada um dos dois grupos de disciplinas. As leis sociais, para Weber, estabelecem relações causais em termos de regras de probabilidades, segundo as quais a determinados processos devem seguir-se, ou ocorrer simultaneamente., outros. Essas leis referem-se a construções de “comportamento com sentido” e servem para explicar processos particulares. Para que isso seja possível; Weber defende a utilização dos chamados “tipos ideais”, que representam o primeiro nível de generalização de conceitos abstratos e, correspondendo às exigências lógicas da prova, estão intimamente ligados à realidade concreta particular.



O legal e o típico


O conceito de tipo ideal corresponde, no pensamento weberiano, a um processo de conceituação que abstrai de fenômenos concretos o que existe de particular, constituindo assim um conceito individualizante ou, nas palavras do próprio Weber, um “conceito histórico concreto”. A ênfase na caracterização sistemática dos padrões individuais concretos (característica das ciências humanas) opõe a conceituação típico-ideal à conceituação generalizadora, tal como esta é conhecida nas ciências naturais.

A conceituação generalizadora, como revela a própria expressão, retira do fenômeno concreto aquilo que ele tem de geral, isto é, as uniformidades e regularidades observadas em diferentes fenômenos constitutivos de uma mesma classe. A relação entre o conceito genérico e o fenômeno concreto é de natureza tal que permite classificar cada fenômeno particular de acordo com os traços gerais apresentados pelo mesmo, considerando como acidental tudo o que não se enquadre dentro da generalidade. Além disso, a conceituação generalizadora considera o fenômeno particular como um caso cujas características gerais podem ser deduzidas de uma lei.

A conceituação típico-ideal chega a resultados diferentes da conceituação generalizadora. O tipo ideal, segundo Weber, expõe como se desenvolveria uma forma particular de ação social se o fizesse racionalmente em direção a um fim e se fosse orientada de forma a atingir um e somente um fim. Assim, o tipo ideal não descreveria um curso concreto de ação, mas um desenvolvimento normativamente ideal, isto é, um curso de ação “objetivamente possível”. O tipo ideal é um conceito vazio de conteúdo real: ele depura as propriedades dos fenômenos reais desencarnando-os pela análise, para depois reconstruí-los. Quando se trata de tipos complexos (formados por várias propriedades), essa reconstrução assume a forma de síntese, que não recupera os fenômenos em sua real concreção, mas que os idealiza em uma articulação significativa de abstrações. Desse modo, se constitui uma “pauta de contrastação”, que permite situar os fenômenos reais em sua relatividade. Por conseguinte, o tipo ideal não constitui nem uma hipótese nem uma proposição e, assim, não pode ser falso nem verdadeiro, mas válido ou não-válido, de acordo com sua utilidade para a compreensão significativa dos acontecimentos estudados pelo investigador.

No que se refere à aplicação do tipo ideal no tratamento da realidade, ela se dá de dois modos. O primeiro é um processo de contrastação conceituai que permite simplesmente apreender os fatos segundo sua maior ou menor aproximação ao tipo ideal. O segundo consiste na formulação de hipóteses explicativas. Por exemplo: para a explicação de um pânico na bolsa de valores, seria possível, em primeiro lugar, supor como se desenvolveria o fenômeno na ausência de quaisquer sentimentos irracionais; somente depois se poderia introduzir tais sentimentos como fatores de perturbação. Da mesma forma se poderia proceder para a explicação de uma ação militar ou política. Primeiro se fixaria, hipoteticamente, como se teria desenvolvido a ação se todas as intenções dos participantes fossem conhecidas e se a escolha dos meios por parte dos mesmos tivesse sido orientada de maneira rigorosamente racional em relação a certo fim. Somente assim se poderia atribuir os desvios aos fatores irracionais.

Nos exemplos acima é patente a dicotomia estabelecida por Weber entre o racional e o irracional, ambos conceitos fundamentais de sua metodologia. Para Weber, uma ação é racional quando cumpre duas condições. Em primeiro lugar, uma ação é racional na medida em que é orientada para um objetivo claramente formulado, ou para um conjunto de valores, também claramente formulados e logicamente consistentes. Em segundo lugar, uma ação é racional quando os meios escolhidos para se atingir o objetivo são os mais adequados.

Uma vez de posse desses instrumentos analíticos, formulados para a explicação da realidade social concreta ou, mais exatamente, de uma porção dessa realidade, Weber elabora um sistema compreensivo de conceitos, estabelecendo uma terminologia precisa como tarefa preliminar para a análise das inter-relações entre os fenômenos sociais. De acordo com o vocabulário weberiano, são quatro os tipos de ação que cumpre distinguir claramente: ação racional em relação a fins, ação racional em relação a valores, ação afetiva e ação tradicional. Esta última, baseada no hábito, está na fronteira do que pode ser considerado como ação e faz Weber chamar a atenção para o problema de fluidez dos limites, isto é, para a virtual impossibilidade de se encontrarem “ações puras”. Em outros termos, segundo Weber, muito raramente a ação social orienta-se exclusivamente conforme um ou outro dos quatro tipos. Do mesmo modo, essas formas de orientação não podem ser consideradas como exaustivas. Seriam tipos puramente conceituais, construídos para fins de análise sociológica, jamais encontrando-se na realidade em toda a sua pureza; na maior parte dos casos, os quatro tipos de ação encontram-se misturados. Somente os resultados que com eles se obtenham na análise da realidade social podem dar a medida de sua conveniência. Para qualquer um desses tipos tanto seria possível encontrar fenômenos sociais que poderiam ser incluídos neles, quanto se poderia também deparar com fatos limítrofes entre um e outro tipo. Entretanto, observa Weber, essa fluidez só pode ser claramente percebida quando os próprios conceitos tipológicos não são fluidos e estabelecem fronteiras rígidas entre um e outro. Um conceito bem definido estabelece nitidamente propriedades cuja presença nos fenômenos sociais permite diferenciar um fenômeno de outro; estes, contudo, raramente podem ser classificados de forma rígida.



O sistema de tipos ideais


Na primeira parte de Economia e Sociedade, Max Weber expõe seu sistema de tipos ideais, entre os quais os de lei, democracia, capitalismo, feudalismo, sociedade, burocracia, patrimonialismo, sultanismo. Todos esses tipos ideais são apresentados pelo autor como conceitos definidos conforme critérios pessoais, isto é, trata-se de conceituações do que ele entende pelo termo empregado, de forma a que o leitor perceba claramente do que ele está falando. O importante nessa tipologia reside no meticuloso cuidado com que Weber articula suas definições e na maneira sistemática com que esses conceitos são relacionados uns aos outros. A partir dos conceitos mais gerais do comportamento social e das relações sociais, Weber formula novos conceitos mais específicos, pormenorizando cada vez mais as características concretas.

Sua abordagem em termos de tipos ideais coloca-se em oposição, por um lado, à explicação estrutural dos fenômenos, e, por outro, à perspectiva que vê os fenômenos como entidades qualitativamente diferentes. Para Weber, as singularidades históricas resultam de combinações específicas de fatores gerais que, se isolados, são quantificáveis, de tal modo que os mesmos elementos podem ser vistos numa série de outras combinações singulares. Tudo aquilo que se afirma de uma ação concreta, seus graus de adequação de sentido, sua explicação compreensiva e causal, seriam hipóteses suscetíveis de verificação. Para Weber, a interpretação causal correta de uma ação concreta significa que “o desenvolvimento externo e o motivo da ação foram conhecidos de modo certo e, ao mesmo tempo, compreendidos com sentido em sua relação”. Por outro lado, a interpretação causal correta de uma ação típica significa que o acontecimento considerado típico se oferece com adequação de sentido e pode ser comprovado como causalmente adequado, pelo menos em algum grau.



O capitalismo é protestante?


As soluções encontradas por Weber para os intrincados problemas metodológicos que ocuparam a atenção dos cientistas sociais do começo do século XX permitiram-lhe lançar novas luzes sobre vários problemas sociais e históricos, e fazer contribuições extremamente importantes para as ciências sociais. Particularmente relevantes nesse sentido foram seus estudos sobre a sociologia da religião, mais exatamente suas interpretações sobre as relações entre as idéias e atitudes religiosas, por um lado, e as atividades e organização econômica correspondentes, por outro.

Esses estudos de Weber, embora incompletos, foram publicados nos três volumes de sua Sociologia da Religião. A linha mestra dessa obra é constituída pelo exame dos aspectos mais importantes da ordem social e econômica do mundo ocidental, nas várias etapas de seu desenvolvimento histórico. Esse problema já se tinha colocado para outros pensadores anteriores a Weber, dentre os quais Karl Marx (1818-1883), cuja obra, além de seu caráter teórico, constituía elemento fundamental para a lufa econômica e política dos partidos operários; por ele mesmo criados. Por essas razões, a pergunta que os sociólogos alemães se faziam era se o materialismo histórico formulado por Marx era ou não o verdadeiro, ao transformar o fator econômico no elemento determinante de todas as estruturas sociais e culturais, inclusive a religião. Inúmeros trabalhos foram escritos para resolver o problema, substituindo-se o fator econômico como dominante por outros fatores, tais como raça, clima, topografia, idéias filosóficas, poder político. Alguns autores, como Wilhelm Dilthey, Ernst Troeltsch (1865-1923) e Werner Sombart (1863-1941), já se tinham orientado no sentido de ressaltar a influência das idéias e das convicções éticas como fatores determinantes, e chegaram à conclusão de que o moderno capitalismo não poderia ter surgido sem uma mudança espiritual básica, como aquela que ocorreu nos fins da Idade Média. Contudo, somente com os trabalhos de Weber foi possível elaborar uma verdadeira teoria geral capaz de confrontar-se com a de Marx.

A primeira idéia que ocorreu a Weber na elaboração dessa teoria foi a de que, para conhecer corretamente a causa ou causas do surgimento do capitalismo, era necessário fazer um estudo comparativo entre as várias sociedades do mundo ocidental (único lugar em que o capitalismo, como um tipo ideal, tinha surgido) e as outras civilizações, principalmente as do Oriente, onde nada de semelhante ao capitalismo ocidental tinha aparecido. Depois de exaustivas análises nesse sentido, Weber foi conduzido à tese de que a explicação para o fato deveria ser encontrada na íntima vinculação do capitalismo com o protestantismo: “Qualquer observação da estatística ocupacional de um país de composição religiosa mista traz à luz, com notável freqüência, um fenômeno que já tem provocado repetidas discussões na imprensa e literatura católicas e em congressos católicos na Alemanha: o fato de os líderes do mundo dos negócios e proprietários do capital, assim como os níveis mais altos de mão-de-obra qualificada, principalmente o pessoal técnica e comercialmente especializado das modernas empresas, serem preponderantemente protestantes”.

A partir dessa afirmação, Weber coloca uma série de hipóteses referentes a fatores que poderiam explicar o fato. Analisando detidamente esses fatores, Weber elimina-os, um a um, mediante exemplos históricos, e chega à conclusão final de que os protestantes, tanto como classe dirigente, quanto como classe dirigida, seja como maioria, seja como minoria, sempre teriam demonstrado tendência específica para o racionalismo econômico. A razão desse fato deveria, portanto, ser buscada no caráter intrínseco e permanente de suas crenças religiosas e não apenas em suas temporárias situações externas na história e na política.

Uma vez indicado o papel que as crenças religiosas teriam exercido na gênese do espírito capitalista, Weber propõe-se a investigar quais os elementos dessas crenças que atuaram no sentido indicado e procura definir o que entende por "espírito do capitalismo". Este é entendido por Weber como constituído fundamentalmente por uma ética peculiar, que pode ser exemplificada muito nitidamente por trechos de discursos de Benjamin Franklin (1706 - 1790), um dos líderes da independência dos Estados Unidos. Benjamin Franklin, representante típico da mentalidade dos colonos americanos e do espírito pequeno-burguês, afirma em seus discursos que “ganhar dinheiro dentro da ordem econômica moderna é, enquanto isso for feito legalmente, o resultado e a expressão da virtude e da eficiência de uma vocação”. Segundo a interpretação dada por Weber a esse texto, Benjamin Franklin expressa um utilitarismo, mas um utilitarismo com forte conteúdo ético, na medida em que o aumento de capital é considerado um fim em si mesmo e, sobretudo, um dever do indivíduo. O aspecto mais interessante desse utilitarismo residiria no fato de que a ética de obtenção de mais e mais dinheiro é combinada com o estrito afastamento de todo gozo espontâneo da vida.

A questão seguinte colocada por Weber diz respeito aos fatores que teriam levado a transformar-se em vocação uma atividade que, anteriormente ao advento do capitalismo, era, na melhor das hipóteses, apenas tolerada. O conceito de vocação como valorização do cumprimento do dever dentro das profissões seculares Weber encontra expresso nos escritos de Martinho Lutero (1483-1546), a partir do qual esse conceito se tornou o dogma central de todos os ramos do protestantismo. Em Lutero, contudo, o conceito de vocação teria permanecido em sua forma tradicional, isto é, algo aceito como ordem divina à qual cada indivíduo deveria adaptar-se. Nesse caso, o resultado ético, segundo Weber, é inteiramente negativo, levando à submissão. O luteranismo, portanto, não poderia ter sido a razão explicativa do espírito do capitalismo.

Weber volta-se então para outras formas de protestantismo diversas do luteranismo, em especial para o calvinismo e outras seitas, cujo elemento básico era o profundo isolamento espiritual do indivíduo em relação a seu Deus, ó que, na prática, significava a racionalização do mundo e a eliminação do pensamento mágico como meio de salvação. Segundo o calvinismo, somente uma vida guiada pela reflexão contínua poderia obter vitória sobre o estado natural, e foi essa racionalização que deu à fé reformada uma tendência ascética.

Com o objetivo de relacionar as idéias religiosas fundamentais do protestantismo com as máximas da vida econômica capitalista, Weber analisa alguns pontos fundamentais da ética calvinista, como a afirmação de que “o trabalho constitui, antes de mais nada, a própria finalidade da vida”. Outra idéia no mesmo sentido estaria contida na máxima dos puritanos, segundo a qual “a vida profissional do homem é que lhe dá uma prova de seu estado de graça para sua consciência, que se expressa no zelo e no método, fazendo com que ele consiga cumprir sua vocação”. Por meio desses exemplos, Weber mostra que o ascetismo secular do protestantismo “libertava psicologicamente a aquisição de bens da ética tradicional, rompendo os grilhões da ânsia de lucro, com o que não apenas a legalizou, como também a considerou como diretamente desejada por Deus”. E m síntese, a tese de Weber afirma que a consideração dó trabalho (entendido como vocação constante e sistemática) como o mais alto instrumento de ascese e o mais seguro meio de preservação da redenção da fé e do homem deve ter sido a mais poderosa alavanca da expressão dessa concepção de vida constituída pelo espírito do capitalismo.

É necessário, contudo, salientar que Weber, em nenhum momento considera o espírito do capitalismo como pura conseqüência da Reforma protestante. O sentido que norteia sua análise é antes uma proposta de investigarem que medida as influências religiosas participaram da moldagem qualitativa do espírito do capitalismo. Percorrendo o caminho inverso, Weber propõe-se também a compreender melhor o sentido do protestantismo, mediante o estudo dos aspectos fundamentais do sistema econômica capitalista. Tendo em vista a grande confusão existente no campo das influências entre as bases materiais, as formas de organização social e política e os conteúdos espirituais da Reforma, Weber salientou que essas influências só poderiam ser. confirmadas por meio de exaustivas investigações dos pontos em que realmente teriam ocorrido correlações entre o movimento religioso e a ética vocacional, Com isso “se poderá avaliar” - diz o próprio Weber – “em que medida os fenômenos culturais contemporâneos se originam historicamente em motivos religiosos e em que medida podem ser relacionados com eles”.



Autoridade e legitimidade


A aplicação da metodologia compreensiva à análise dos fenômenos históricos e sociais, por parte dê Weber, não sê limitou às relações entre o protestantismo ê o sistema capitalista. Inúmeros foram seus trabalhos dê investigação empírica sobre assuntos econômicos ê políticos. Entre os primeiros, salientam-se A Situação dos Trabalhadores Agrícolas no Elba ê A Psicofisiologia do Trabalho Industrial. Entre os segundos, devem ser ressaltadas suas análises críticas da seleção burocrática dos líderes políticos na Alemanha dos Kaiser Guilherme I e II ê da despolitização levada a cabo com a hegemonia dos burocratas. Para a teoria política em geral, contudo, foram mais importantes os conceitos ê categorias interpretativas que formulou e que se tornaram clássicos nas ciências sociais.

Weber distingue no conceito de política duas acepções, uma geral e outra restrita. No sentido mais amplo, política é entendida por ele como “qualquer tipo dê liderança independente em ação”. No sentido restrito, política seria liderança dê um tipo dê associação específica; em outras palavras, tratar-se-ia da liderança do Estado. Este, por sua vez, é defendido por Weber como “uma comunidade humana que pretende o monopólio do uso legítimo da força física dentro de determinado território". Definidos esses conceitos básicos, Weber é conduzido a desdobrar a natureza dos elementos essenciais quê constituem o Estado ê assim chega ao conceito dê autoridade ê dê legitimidade. Para quê um Estado exista, diz Weber, é necessário quê um conjunto dê pessoas (toda a sua população) obedeça à autoridade alegada pêlos detentores do poder no referido Estado. Por outro lado, para quê os dominados obedeçam é necessário quê os detentores do poder possuam uma autoridade reconhecida como legítima.

A autoridade pode ser distinguida segundo três tipos básicos: a racional-legal, a tradicional e a carismática. Esses três tipos dê autoridade correspondem a três tipos dê legitimidade: a racional, a puramente afetiva e a utilitarista. O tipo racional-legal tem como fundamento a dominação em virtude da crença na validade do estatuto legal e da competência funcional, baseada, por sua vez, em regras racionalmente criadas. A autoridade desse tipo mantém-se, assim, segundo uma ordem impessoal e universalista, e os limites de seus poderes são determinados pelas esferas de competência, defendidas pela própria ordem. Quando a autoridade racional-legal envolve um corpo administrativo organizado, toma a forma dê estrutura burocrática, amplamente analisada por Weber.

A autoridade tradicional é imposta por procedimentos considerados legítimos porquê sempre teria existido, e é aceita em nome de uma tradição reconhecida como válida. O exercício da autoridade nos Estados desse tipo é definido por um sistema dê status, cujos poderes são determinados, em primeiro lugar, por prescrições concretas da ordem tradicional ê, em segundo lugar, pela autoridade dê outras pessoas que estão acima dê um status particular no sistema hierárquico estabelecido. Os poderes são também determinados pela existência dê uma esfera arbitrária de graça, aberta a critérios variados, como os de razão de Estado, justiça substantiva, considerações dê utilidade e outros. Ponto importante é a inexistência de separação nítida entre a esfera da autoridade e a competência privada do indivíduo, fora de sua autoridade. Seu status é total, na medida em que seus vários papéis estão muito mais integrados do que no caso de um ofício no Estado racional-legal.

Em relação ao tipo de autoridade tradicional, Weber apresenta uma subclassificação em termos do desenvolvimento e do papel do corpo administrativo: gerontocracia e patriarcalismo. Ambos são tipos em que nem um indivíduo, nem um grupo, segundo o caso, ocupam posição de autoridade independentemente do controle de um corpo administrativo, cujo status e cujas funções são tradicionalmente fixados. No tipo patrimonialista de autoridade, as prerrogativas pessoais do "chefe" são muito mais extensas e parte considerável da estrutura da autoridade tende a se emancipar do controle da tradição.

A dominação carismática é um tipo de apelo que se opõe às bases de legitimidade da ordem estabelecida e institucionalizada. O líder carismático, em certo sentido, é sempre revolucionário, na medida em que se coloca em oposição consciente a algum aspecto estabelecido da sociedade em que atua. Para que se estabeleça uma autoridade desse tipo, é necessário que o apelo do líder seja considerado como legítimo por seus seguidores, os quais estabelecem com ele uma lealdade de tipo pessoal. Fenômeno excepcional, a dominação carismática não pode estabilizar-se sem sofrer profundas mudanças estruturais, tornando-se, de acordo com os padrões de sucessão que adotar e com a evolução do corpo administrativo, ou racional-legal ou tradicional, em algumas de suas configurações básicas.

Referencia:
http://www.culturabrasil.org/weber.htm
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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Harry Potter e as Reliquias da Morte!

Bugu Reis Bugu Reis às 13:04
Harry Potter e as Reliquias da Morte!
esse vai ser fodastico.
é engraçado como acompanhei a história desse filme, e hj, aos meus 23 anos, o vejo tão infantil.
criei uma certa birra pelos filmes, mas realmente sinto muita emoção ao relembrar e reler os livros. Pois não há como comparar Livros e Filmes neh!!?


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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Rap do Homem Macaco

Bugu Reis Bugu Reis às 04:45
Assim é ele! sem Alma e sem Coração, estraçalha a vida de todos que estão ao seu redor...

como pode ser tão desprezivel e malefico quanto ele ?



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sábado, 19 de junho de 2010

Alguma vez na vida vc foi homem?

Bugu Reis Bugu Reis às 16:18







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sexta-feira, 4 de junho de 2010

Dead Vines (gravada no ensaio) by Banda Dead Vines

Bugu Reis Bugu Reis às 09:04
Dead Vines (gravada no ensaio) by Banda Dead Vines
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4 de Junho de 2010

Bugu Reis Bugu Reis às 08:23

Sono e preguiça junto! Isso eh o mais foda!!

To passando aqui pra ticar três coisas...

Primeira: pra quem quiser me falar mal, elogiar, marcar encontros, rsrs tudo q vier a mente, poderá mandar um torpedo pra mim nem endereço http://isecretaria.net/sierugub# , encontrei esse site pela net! E eh bem legal.

Segundo: é um anime mais antigo, porém mt bom... Sou super fã e vem relembrar os que já conhecem e apresentar pros que não conhecem...

Beck - Mongolian Chop Squad

Beck Mongolian Chop Squad é um anime pouco comum, pois tem como base a música. Mas como um anime sobre música pode ser legal ou interessante, sendo que o legal da música é ouvi-la? A resposta dessa pergunta está nos personagens, nas tramas e nas referencias musicais que estão descritas em Beck.

Yukio Tanaka, apelidado de Koyuki por Izumi,sua amiga de infância, tem uma vida monótona, pois é um garoto de 14 anos, tímido e nada popular em sua escola.

Sua vida começa a mudar quando espanta alguns garotos que estavam maltratando um cachorro com o nome de Beck e, conseqüentemente, acaba conhecendo o seu dono Ryusuke Minami.

Ryusuke Minami, o fenomenal guitarrista da banda Serial Mama e que após uma briga com um membro da banda resolve sair dela e funda a banda Beck, é um rapaz de 16 anos que voltou há pouco tempo de Nova York, onde viveu um bom tempo. Por isso, ele age mais como norte-americano do que como japonês. Na América, Ryusuke foi influenciado por um amigo músico Eddie, que no momento presente possui uma banda conhecida mundialmente como Dying Breed. No ano passado, Ryusuke e Eddie tinham feito uma promessa de tocarem juntos novamente.

Ryusuke, na verdade voltou para o japão meio fugindo, pois a guitarra que ele possui é muito famosa por lá, e é conhecida pelo nome de Lucille.Na América, Ryusuke e Eddie roubavam carros para se divertir, até que um dia roubaram o carro errado. Dentro do carro estava Lucille, a guitarra, e Beck o cachorro. Então, Ryusuke levou Beck e a guitarra dizendo que ia continuar o legado de Sonny Boy. Só que descobriram que Lucille está com Ryusuke, no Japão, e Leon Sykes, sobrinho de John Lee Davis (o verdadeiro dono de Lucille) e dono de uma grande gravadora, foi para o Japão pegar Lucille de volta e acabar com a vida de Ryusuke.

Rockeiros famosos também aparecem em Beck

Todos os integrantes tiveram o mesmo sonho: São vistos músicos conhecidos por todo mundo porem todos já morreram. No sonho os músicos limpam a sujeira que os fãs fizeram no show da banda. As referencias são diversas dentre, eles: John Lennon (Beatles), Jim Morrison (The Doors), Janis Joplin, Freddy Mercury (Queen), Sid Vicious (Sex Pistols), Kurt Cobain (Nirvana) e Bob Marley.


Terceiro: um Clipe interessante do Oren Lavie chamado Her Morning Elegance...

Eu conheço essa música já há algum tempo, pois ela retrata uma lembrança significativa em minha memória... Mas o que me chama atenção nela é a sutileza do Stop Motion. {Stop motion (do inglês que significa movimento parado) é uma técnica de animação fotograma a fotograma (ou quadro a quadro) com recurso a uma máquina de filmar, máquina fotográfica ou por computador. Normalmente utilizam-se desenhos em papel ou no computador, ou ainda modelos reais em diversos materiais, dentro dos mais comuns, está à massa de modelar, ou especificamente massinha (em Portugal, plasticina). No cinema o material utilizado tem que ser mais resistente e maleável, visto que os modelos têm que durar meses, pois para cada segundo de filme são necessárias aproximadamente 24 quadros (frames).

Os modelos são movimentados e fotografados quadro a quadro. Estes quadros são posteriormente montados em uma película cinematográfica, criando a impressão de movimento. {Nesta fase podem ser acrescentados efeitos sonoros como fala ou música.}

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terça-feira, 1 de junho de 2010

Para os Fãs de Bad Religion

Bugu Reis Bugu Reis às 05:22
Em comemoração pelos 30 anos de carreira a banda Bad Religion vai liberar para os fãs a gravação de um novo álbum ao vivo. Mas só terão acesso ao arquivo os fãs cadastrados no ‘mailing list’ do grupo.

“Para celebrar três décadas de Bad Religion gravaremos um álbum ao vivo durante nossa turnê pela primavera de 2010 e vamos oferecê-lo como um ‘muito obrigado’ aos fãs leais que têm nos acompanhado nos momentos bons e ruins”, informou a banda em comunicado.

Nesta turnê que deve ser realizada nos próximos meses o Bad Religion deve tocar algumas músicas do próximo álbum de estúdio. O novo álbum com material inédito começará a ser gravado em maio e deve ser lançado no segundo semestre. A banda vem trabalhando em 16 músicas novas para este disco.

SITE OFICIAL




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Um Pouco Sobre Michel Foulcault

Bugu Reis Bugu Reis às 05:11
Paul-Michel Foucault nasceu em Poitiers, na França, em 15 de outubro de 1926.
filho de pai médico, com a expectativa de seguir a tradição de seus antepassados e herdeiro
de toda uma geração de médicos de sobrenome Foucault, Michel tenta ingressar na Escola
Normal Superior (em 1945), tendo sido reprovado na primeira vez que tentou.
Esse fato marcou a vida de Foucault, pois no Liceu onde foi estudar em função
dessa reprovação, foi aluno de Jean Hyppolite, importante filósofo que trabalhava o
hegelianismo na França. Seu próximo passo é estudar, a partir de 1946, na Escola Normal
Superior da França. Ai conhece e mantém contatos com Pierre Bourdieu, Jean-Paul Sarte,
Paul Veyne, entre outros. Na Escola Normal, Foucault também é aluno de Maurice
Merleau-Ponty. Dois anos depois, Foucault se gradua em Filosofia na Sorbonne. Em 1949,
Foucault se diploma em Psicologia e conclui seus Estudos Superiores de Filosofia , com
uma tese sobre Hegel, sob a orientação de Jean Hyppolite.
Em meio a angústias e descaminhos que levaram Foucault a algumas tentativas de
suicídio, o pensador adere ao Partido Comunista Francês em 1950, ao qual fica ligado
pouco tempo em função de desavenças políticas e de "intromissões" pessoais que o partido
faz na vida de seus participantes, como foi o caso de Althusser e dele próprio. Em 1951,
Foucault torna-se professor de psicologia na Escola Normal Superior, onde tem como alunos Derrida e Paul Veyne, entre outros. Neste mesmo ano ele trabalha junto ao Hospital
Psiquiátrico de Saint-Anne.
Também na década de 1950, evidencia-se a afinidade de Foucault pelas artes.
Podemos observá-lo estudando o surrealismo, por exemplo, em 1952 e René Char em 1953. Mais ou menos nesse período, Foucault segue o famoso Seminário de Jacques Lacan.
Maurice Blanchot e Georges Bataille aproximam Foucault de Nietzsche, ao mesmo tempo
em que ele recebe seu diploma em Psicologia Experimental (fase em que Foucault se
dedica a Janet, Piaget, Lacan e Freud). Começa, então, a fase mais produtiva, no sentido
acadêmico, na vida de Foucault. Fase esta que vai até o final da década de 1970. Em 1971,
Foucault assume a cadeira de Jean Hyppolite na disciplina História dos Sistemas de
Pensamento. A aula inaugural de Foucault nessa cadeira foi a famosa Ordem do discurso.
Aos 28 anos Publicou Maladie Mentale et Psychologie (1954; Doença Mental e
Psicologia), mas foi com Histoire de la Folie à l’âge Classique (1961; História da Loucura), sua
tese de doutorado na Sorbone, que firmou-se como Filósofo. Neste livro, analisou as
práticas dos séculos XVII e XVIII que levaram à exclusão do convívio social dos
"desprovidos de razão". Foucault preferia ser chamado de "arqueólogo", dedicado à
reconstituição do que mais profundo existe numa cultura - arqueólogo do silêncio imposto
ao louco, da visão médica (Naissance de la clinique, 1963; Nascimento da Clínica), das ciências
humanas (Les Mots et les choses, 1966; As Palavras e as Coisas), do saber em geral
(L’Archeologie du Savoir, 1969; A Arqueologia do Saber).
Surveiller et punir (1975; Vigiar e Punir) é um amplo estudo sobre a disciplina na
sociedade moderna, para ele, "uma técnica de produção de corpos dóceis". O instinto da
prisão teria por objetivo o marginal do proletariado e assim reduzir a solidariedade e o
processo da classe inferior; confinando as ilegalidades da classe dominada, sobreviveriam
mais facilmente às ilegalidades da classe dominante. Foucault analisou os processos
disciplinares empregados nas prisões, considerando-os exemplos da imposição, às pessoas,
e padrões "normais" de conduta estabelecida pelas malhas sociais. A partir desse trabalho,
explicitou-se a noção de que as formas de pensamento são também relações de poder, que
implicam a coerção e imposição, mas também a subjetivação. Assim, é possível lutar contra
a dominação representada por certos padrões de pensamento e comportamento sendo, no
entanto, impossível escapar completamente a todas e quaisquer relações de poder. Em seus
escritos sobre medicina, Foucault criticou a psiquiatria e a psicanálise tradicionais.

Deixou inacabado seu mais ambicioso projeto, Historie de la Sexualité (História da
Sexualidade), que pretende mostrar como a sociedade ocidental faz do sexo um
instrumento de poder, não por meio da repressão, mas da expressão. O primeiro dos seis
volumes anunciados foi publicado em 1976 sob o título La Volonté de Savoir (A Vontade de
Saber) e despertou duras críticas. Em 1984, pouco antes de morrer, publicou outros dois volumes, rompendo um silêncio de oito anos: L’Usage des plaisirs (O uso dos prazeres), que
analisa a sexualidade na Grécia Antiga e Le souci de soi (O cuidado de Si), que enfatiza a
Roma Antiga.
Foucault teve vários contatos com diversos movimentos políticos. Engajou-se nas
disputas políticas nas Guerras do Irã e da Turquia. O Japão é também um local de
discussão para Foucault. Várias vezes esteve no Brasil, onde realizou conferências e firmou
amizades como a de Roberto Machado. Foi no Brasil que pronunciou as importantes
conferências sobre A verdade e as formas jurídicas, na PUC do Rio de Janeiro. Os Estados
Unidos atraem Foucault em função do apoio à liberdade intelectual e, sobretudo, São
Francisco, cidade onde Foucault pode vivenciar algumas experiências marcantes em sua
vida pessoal no que diz respeito à sua sexualidade. Berkeley torna-se um pólo de contato
entre Foucault e os Estados Unidos. Definitivamente, Foucault sentia-se em casa nos
EUA.
Em junho de 1984, em função de complicadores provocados pela AIDS, Foucault
tem septicemia e isso provoca sua morte por supuração cerebral no dia 25.
Discutido e estudado por várias áreas do saber, Foucault mostra-se como um pensador
arrojado, um intelectual que, preocupado com o presente em que se encontra inserido,
percorre os saberes em busca de uma crítica que subverta os esquemas de saberes e práticas
que nos constituem e subjugam.
extraído de http://vsites.unb.br/fe/tef/filoesco/foucault/bio.html
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Meu Primeiro Computador!

Bugu Reis Bugu Reis às 05:08

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DEAD VINES no BH INDIE

Bugu Reis Bugu Reis às 04:26

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segunda-feira, 31 de maio de 2010

31 de Maio - Segunda Feira

Bugu Reis Bugu Reis às 05:14
Ótimo fim de semana!! saída na sexta... bom demais!! hehe ^^

Sábado dormi até as 10:30 e depois... da-lhe ensaio... ow!! temos que pegar três músicas até o dia do show!! e eu vou ser sincero hein... tá foda!!! vamos ter que dar conta de 40 minutos de show!! mas vamo que vamo!!

Show do DEAD VINES no dia 10/06/2010 21:30h no Matriz.
Ingresso comigo à R$6,00 na portaria R$8,00

Precisamos da galera lá pra dar moral!!
é foda ser uma banda independente em BH... o público... nosso principal alvo... se torna meio difícil de conquistar... apenas pelo fato de não darem uma brecha... de não se disponibilizarem a conhecer a banda!

Acho muito foda quando algumas bandas levam uma galera pra ver o show e eles vão embora sem dar moral para as outras bandas... então galera! o lance eh conhecer um novo som! pois VCS (o Publico) são aqueles que farão a Banda emergir!!

Contamos com vcs no nosso Show!! ^^


http://myspace.com/bandadeadvines

Assisti um filme mt foda nesse domingo, em companhia do Léo Lanza e do Thi Ornelas. Piratas do Vale do Silício. Fodastico!!! conta a Historia do Steve Jobs e Bill gates!! como começou toda a historia da tecnologia informativa que temos hj!

Sei que o filme é velho... e que agora passei a ter conhecimento sobre ele... mas os filmes que descobrimos assim são os mais legais!!

trailer ae abaixo pra quem nunca ouviu falar!!




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quinta-feira, 27 de maio de 2010

27/ 05/ 2010 Quinta

Bugu Reis Bugu Reis às 18:55
Veyyyyyyy

Veyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyy

eu fui Hipnotizado hj!! cara!! quebrei um paradigma meu a respeito do Hipnotismo!!
hj teve apresentação do trabalho sobre Psicologia Alternativa!! e foi uma psicoterapeuta na facul hj falar um pouco sobre seu trabalho! eu simplesmente apaixonei!! depois ela quis fazer uma demonstração de hipnotismo de palco (aquele que a gente vê na TV), e obvio que eu havia pedido pra ser... mas ela tmb observou e a minha colega Julia tmb me ajudou falando pra ela que eu gostaria de viver a experiencia!! cara!! de boa! eu não acreditava. até agr estou pasmo!!
sai da facul com o coração disparado!!

nem sei explicar o ocorrido! mas fato!! ela me fez levantar o braço esquerdo e abaixar o direito!!


to pasmo!!!
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terça-feira, 25 de maio de 2010

25/05/2010 Terça!! Aniversário da Renata (Perguntam-se: Quem é Renata?)

Bugu Reis Bugu Reis às 09:21
Bom! Boa Tarde cambada!!

um dia tranquilo e feliz! rsrs acabei de assinar meu contrato com a faculdade e finalmente tenho a bolsa de estudos de lá!

Quanto a Renata, é uma ex que prezo muito!! ^^
Felicidades pra ela! e que consiga tudo que Deseja nessa vida!!

Mudando de cinto pra boné!

Andando pelo Youtube! olha so oque eu acho!! rsrs



rAxei de rir!!

OW as vezes oque eu postar aqui pode até ser coisas velhas na net! mas pra mim (Foda-se o resto) é novo!! tem a mesma graça de quando saiu!! hehe!! ^^
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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Bugu Reis Bugu Reis às 10:38
Venho apresentar uma banda da hora!!

Streetlight Manfiesto

Origem: East Brunswick, Nova Jérsei
País: Estados Unidos
Gênero: Ska punk
Período em atividade 2002 – atualmente
Página oficial http://www.streetlightmanifesto.com/
Integrantes: Mike Brown, Jim Conti, Tomas Kalnoky, Pete McCullough, Matt Stewart, Chris, Thatcher.

Streetlight Manifesto é uma banda estado-unidense de ska punk formada em East Brunswick Township, New Jersey, Estados Unidos.

Lançaram o primeiro álbum Everything Goes Numb, que foi distribuído pela Victory Records, em 26 de Agosto de 2003. A banda teve seu primeiro show na Rutgers University em New Brunswick, New Jersey em 9 de Dezembro de 2003. Vários dos membros da banda eram bem conhecidos na comunidade de third wave ska de New Jersey por seus papéis em bandas de ska punk anteriores daquela área. A banda era composta por ex-integrantes da banda Catch 22 (Tomas Kalnoky, Jamie Egan, Mike Soprano, e Josh Ansley) e ex-membros da banda One Cool Guy (Stuart Karmatz, Pete Sibilia, Dan Ross, e Chris Paszik).

A formação sofreu várias mudanças, e em 2007 consiste de Delano Bonner no trompete, Mike Brown no saxofone alto e saxofone barítono, Jim Conti no alto e saxofone tenor, Tomas Kalnoky na guitarra e vocal, Pete McCullaugh no baixo, Mike Soprano no trombone, e Chris Thatcher na bateria. Kalnoky é o único membro restante da formação original.

Apesar da banda não ser muito popular, receberam reconhecimento no cenário da música alternativa e seu álbum de estréia esteve no top 100 da Interpunk.com, mesmo 3 anos após seu lançamento. Seus shows normalmente têm esgotado todos os ingressos, e seus primeiros shows em Rutgers e The Stone Pony não apenas esgotaram, como também tiveram fãs vindo desde Minnesota e do Canadá. Seu segundo álbum, Keasbey Nights, uma regravação de Keasbey Nights do Catch 22 foi lançado em 7 de Março de 2006.




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24/05/2010 Segunda Feira

Bugu Reis Bugu Reis às 10:14
Ow!! pra quem gosta de fazer videos com fotos e músicas de fundo... tae um otimo programa pra fazer isso automaticamente pra vc.
O Picture Package tem a capacidade de gerar videos dinâmicos apartir do ritmo da música selecionada por vc...
segue abaixo link pra vc poder fazer download do programa.

rapidshare.com/PPackage.rar











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